A disfunção erétil é dividida em primária, secundária e situacional. Com disfunção erétil primária (muito raro), um homem nunca poderia conseguir uma ereção em qualquer momento de sua vida. Na disfunção erétil secundária (a forma mais comum), essa violação ocorreu ao longo da vida e foi geralmente associada à progressão de uma das doenças descritas acima, um sintoma que é essencialmente a disfunção erétil. Com a disfunção erétil situacional (relativamente rara), um homem em algumas circunstâncias consegue uma ereção, enquanto em outros não, o que muitas vezes depende do comportamento do parceiro sexual e da natureza do relacionamento com ela. Os dois primeiros tipos de disfunção erétil são freqüentemente chamados de orgânicos e o terceiro é psicogênico.

A disfunção erétil é uma doença muito comum. Assim, com a idade de 40 anos, ocorre em 40% dos casos, em 60 anos – em 67%. No entanto, apesar do aumento da prevalência de disfunção erétil com a idade, não é considerado um processo de envelhecimento inevitável. Saiba resolver clicando Endoxafil.

A disfunção erétil pode ocorrer em cada quinto homem e ser o primeiro sintoma de futuras doenças do sistema cardiovascular. Estas conclusões foram feitas por médicos após três novos estudos de disfunção erétil.

Uma pesquisa com mais de 2.000 homens realizada por cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles descobriu que 6,5% dos homens entre 20 e 30 anos sofrem de disfunção erétil. Aos 75 anos ou mais, esse número já é de três quartos.

Dois outros estudos mostraram a relação entre os problemas sexuais humanos e a presença de doenças crônicas. Os cientistas sugerem que a disfunção erétil pode ser uma espécie de alerta por parte do corpo de que uma pessoa logo terá outros problemas de saúde.

Um estudo realizado por cientistas da clínica da Universidade de Chicago mostrou que homens com disfunção erétil podem sofrer de formas mais graves de doença cardíaca coronária do que aqueles sem problemas de potência. Em homens com disfunção erétil, doenças cardíacas, diabetes e pressão alta são mais comuns.

Reconhece-se que as causas orgânicas desempenham um papel muito mais significativo na etiologia da disfunção erétil do que os fatores psicogênicos. Causas vasculares representam a maioria (cerca de 70%) dos fatores etiológicos. Drogas e operações nos órgãos pélvicos – 10% cada, distúrbios neurológicos – 5%, endocrinologia – 4% e lesões – 1%.